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Desde 2019, quando nos encantamos pelo fazer cerâmico e pela força transformadora do fogo, passamos a nos dedicar à investigação do barro em todas as suas etapas, profundamente influenciados por nossos amigos ceramistas. Da escolha das argilas à modelagem, da formulação dos esmaltes às diferentes queimas, nosso trabalho é atravessado pela experimentação constante dos materiais, das técnicas e das tecnologias cerâmicas.

Nossos trabalhos nascem desse caminho de descobertas. As peças carregam as marcas de uma pesquisa contínua, do cuidado com cada fase do fazer e das escolhas construídas ao longo de uma prática ampla e atenta. Cada conjunto de peças — que por vezes chamamos de coleção — registra um trecho dessa caminhada dentro de um saber milenar, revelando aprendizados instrumentais, sensíveis e poéticos.

Optamos por uma cerâmica construída de forma autônoma e artesanal, vinculada à paisagem e aos contextos em que vivemos e produzimos. Entendemos nossa prática como um campo em permanente elaboração, orientado por um compromisso ético com o coletivo, com a tradição cerâmica mundial e com os fundamentos que sustentam esse fazer ancestral.

A experimentação é parte essencial da criação, e cada peça guarda a memória viva do caminho que a tornou possível. Em nosso ateliê, utilizamos exclusivamente materiais seguros, sem toxicidade ou riscos à saúde, reafirmando o cuidado com quem produz, com quem aprende e com quem convive com nossos objetos.

Artigos Publicados:

 

Barro, tempo e paisagem: fazeres cerâmicos ao sul do Sul (leia aqui)


Artigo publicado na Pixo (UFPel) sob o cuidado de muitas mãos que modelam o barro. Apresenta as práticas do Coletivo de Ceramistas Encruzilhadas do Barro,  no extremo sul do Brasil, articulando território, paisagem e modos de fazer durante a pandemia em 2020. 
 

Tornear o barro, habitar o tempo: pistas para a prática oleira e existencial dentro e fora dos ateliês de cerâmica (leia aqui)


Artigo publicado na Revista PIXO (UFPel), no qual refletimos sobre o torno como prática técnica e experiência sensível, relacionando o fazer cerâmico a modos de habitar o tempo no ateliê e na vida cotidiana. O trabalho é um resultado ampliado do Trabalho de Conclusão de Curso em Artes Visuais de Taís Beltrame, em colaboração com Humberto Levy e sob orientação do Mestre Ceramista e  Prof. Dr. Paulo Renato Viegas Damé (UFPel). 

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